Viajando com criança para Argentina

Programar roteiro e pensar principalmente no conforto da criança são essenciais para uma viagem tranquila.

Depois que Valentina nasceu e todas as vezes que decidimos viajar agora só pensamos em roteiro de família. Óbvio que antes eram passeios de namorados, mesmo a gente já casados. Nossa viagem de férias em 2017 foi para Argentina. Mas pensamos em ir para lá depois que outro destino escolhido não cabia no orçamento por logística e real no bolso (risos).

O que fizemos para contornar a situação? Nós já tínhamos fechado com uma agência de viagem e por mudança no roteiro, durante a programação, perdemos um percentual por causa da troca. O novo destino ficou mais coerente para nossa realidade financeira, mas nem por isso foi menos proveitoso.

Então a dica antes de ir numa agência ou fechar passagens aéreas por conta própria é se organizar. Aprendemos dessa vez. Percebemos também que pesquisar – sem agência – sai mais barato. Na próxima já sabemos como fazer. Ter amigos no local da viagem ajuda a economizar com passeios que você compra no hotel ou pela agência de viagem de seu país.

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Nosso medo de viajar foi porque Valentina estava se recuperando de um infecção intestinal. Antes da viagem fomos em dois pediatras (um acompanhou mamãe Joana criança e a outra é aluna de personal trainer de Joana) e eles disseram que poderíamos viajar sem problema nenhum. Era somente seguir o roteiro dos remédios e observar o comportamento dela. Fomos porque ela aqui no Brasil estava bem mesmo ainda com o cocô mole. Ela estava brincando e interagindo como normalmente fazia mesmo sem a virose.

Para aproveitar bem  a gente tinha um roteiro fechado com os passeios, restaurantes, valores de comida, trajetos de táxis e tempo de deslocamento. Perfeitamente que a pesquisa tem margem de erro. Afinal procuramos num site percursos de táxis que estavam metade do preço do que quando chegamos na Argentina. Mas serviu de referência. O ideal é conversar com alguém que mora no local e tenha tempo para tirar dúvidas. Isso ajuda muito e diminui custos.

Então fechamos nosso destino Argentina. E pensamos, o frio? (medo). A temperatura média de onde moramos praticamente o ano todo gira em torno de 30° e fomos com nossa Valentina de 1 ano e 8 meses para um ambiente que estava oscilando entre 12° e 18°. Que nada minha gente, Valentina foi quem mais se divertiu se brincar. O que fizemos foi levar roupa adequada e notar o comportamento dela. Estava o tempo todo bem aquecida na rua e brincando como se estivesse na região climática que está acostumada a viver.

Fizemos roteiros de táxi, ônibus, metrô, trem e andando. Todos ela curtiu numa boa. Mas a dica é levarem carrinho porque crianças até 2 anos (consulte a sua companhia aérea) pode ter direito como bagagem sem cobrança de excessos.

Os carrinhos são necessários nos passeios porque as crianças como Valentina tem mais de 11 quilos e alguns percursos andamos muito por querer desbravar a localidade e ela no carrinho ajudaria mais o papai ficar mais descansado. Mas mesmo assim foi muito bom levar meu pacotinho e dividir com mamãe Joana.

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Nas próximas postagens ainda detalharemos passeios de criança, refeições saudáveis, como se organizar no avião e aeroporto, além do uso da internet com chip local. Tem mais, compras, como montar o roteiro e tudo que eu for lembrando com Joana. (risos)

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Fernando Alvarenga

Cristão, pai de Valentina, casado com Joana Barros e jornalista.